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Vereador quer acabar com ponto facultativo

Neste ano, serão registrados 14 feriados nacionais, sem contar os municipais que somam mais 2 dias: um para lembrar o aniversário de Araranguá em 03 de Abril e o Dia de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a padroeira da cidade, em 04 de Maio. Boa parte destes feriados já aconteceram no primeiro semestre e são regulados por portarias e leis, e muitos deles ainda são emendados nas repartições públicas com dias úteis nos chamados “pontos facultativos”, ou os famosos “feriadões”.

Preocupado com a falta de funcionamento dos órgãos públicos municipais nestas datas é que o vereador, João Abílio Pereira (PRB), elaborou um projeto de lei com o intuito de acabar de vez com os pontos facultativos em Araranguá. O projeto deu entrada nesta quarta, 12, na Câmara de Vereadores e passará a ser analisado pelas devidas comissões para ser colocado em votação em breve. “É uma velha tradição esticar o feriado nos chamados ‘feriadões’ o que compromete o bom andamento da prestação do serviço público para a comunidade”, justificou Pereira.

Um dos principais objetivos do vereador que ocupa a vice-presidência da casa, é incorporar em toda a administração pública municipal a mesma ideia implantada na Câmara de Vereadores, que vem sendo exemplo, inclusive, em outros municípios. “Nosso país está enfrentando uma crise. Os servidores públicos são taxados de não trabalhar, portanto, este projeto tem a finalidade de atender a maioria da população que não para de trabalhar nestas datas e precisam usar os serviços básicos dos setores públicos. Assim como tem sido feito na Câmara, devemos dar exemplo de moralização em tudo”, concluiu.

A expectativa é que o projeto seja bem recepcionado pelo executivo, caso seja aprovado pela maioria do vereadores. O presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Viriato Afonso, elogia a iniciativa do vereador Pereira. “Aqui na Câmara de Vereadores já aderimos a idéia, tanto que no último feriado em junho, não emendamos. O projeto terá meu apoio total e acredito que pela postura do prefeito Mariano, ele não vetará a proposta se for aprovada”, defendeu o presidente.