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Presidente da CĂąmara e prefeito participam de seminĂĄrio do MinistĂ©rio PĂșblico

O auditório da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense – Amesc, serviu na quarta, 11, para o Seminário Unindo Forças, promovido pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina. Os debates vem sendo realizados em todo o Estado e nesta oportunidade contemplou todas as cidades da região Sul Catarinense.

Além de prefeitos, presidentes de Câmaras de Vereadores, secretários de Administração, Finanças, contabilistas e auditores de todas as administrações municipais do Vale, o evento contou com a participação de membros do MP, da Fecam e do Tribunal de Contas.  Como o evento foi sediado em Araranguá, compuseram a mesa das autoridades, o prefeito, Mariano Mazzuco Neto, o presidente da associação, Valdionir Rocha, e o presidente da Câmara, Daniel Viriato Afonso - representando também a Associação dos Vereadores Catarinenses. “Acho a ideia importante por nos aproximar do Ministério Público e entender que esta relação trará bons frutos tanto nas gestões das Câmaras quanto nas administrações municipais”, se pronunciou o presidente, Daniel

O objetivo do seminário é promover a prática adequada de gerir o bem público, evitando que hajam problemas administrativos e que acabem sendo resolvidos apenas na esfera judicial. Na proposta do Ministério Público, a união de forças entre seus membros, vereadores e prefeitos, fortalecerá, principalmente, as controladorias municipais, responsáveis pelo controle financeiro (dos recursos públicos). “O momento que o país vive, com tanta corrupção, é necessário convergir os esforços, prevenindo eventuais problemas com muito diálogo e envolvendo principalmente os vereadores que são o controle externo mais próximo da admnistração pública”, explicou o promotor de Justiça, Samuel Dal Farra, que é um dos coordenadores do programa.

Segundo Dal Farra, a idéia do seminário é fortalecer a administração e não reprimir, por isso, foram propostas algumas ações para implantação nos municípios como, por exemplo, a realização de reuniões periódicas com os promotores das comarcas locais.

Outros Estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo replicaram o programa desenvolvido em Santa Catarina. Os dados apontam que nestas regiões, as denúncias por imoralidade administrativa diminuíram em 70%.